Por Amanda Almeida!
Estilo

Comprando no próprio armário.

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Já faz algum tempo que tenho pensado em escrever esse post, e somente agora consegui organizar todas as minhas ideias de maneira coerente para que esta postagem não ficasse confusa. Vocês já pararam pra pensar que somos impulsionados 24h por dia a consumir coisas que na maioria das vezes não precisamos?

Esse ano eu tinha tomado a decisão de ficar uns 6 meses sem comprar, doce ilusão a minha, pois não consegui ficar nem 30 dias, contudo, depois que eu parei pra calcular o quanto eu gasto com roupas e acessórios, e o tamanho do meu buraco financeiro, é que eu percebi o quanto eu compro (no presente porque isso ainda acontece) por impulso, e que na maioria das vezes são coisas completamente desnecessárias, ou que poderia esperar um pouco para adquirir.

Então, depois que consegui colocar as coisas nos eixos($), e de ter me livrado de tudo aquilo que estava em excesso no meu guarda roupa, fiquei com uma ideia fixa na cabeça: por que não olhar para o meu guarda roupa da mesma forma que eu olho para aquelas araras de loja? Por que, ao invés de “comprar” mais uma peça nova, eu não “compro” dentro do meu próprio armário?

Parece uma ideia um pouco boba, mas já parou pra analisar todas as peças de roupas e acessórios que você tem? Quando fui fazer a limpa, e retirei tudo aquilo que eu não uso mais, ou que não se encaixava mais no meu estilo, foi que eu pude perceber quanta roupa eu tinha e as inúmeras possibilidades que eu estava perdendo pelo simples fato de não perder um pouquinho de tempo no meu próprio armário e montar os “looks” com o que eu já tenho nele.

É curioso, mas foi por causa disso que comecei a me arriscar a fazer algumas composições que antes não fazia, e no fim o resultado me surpreendeu e eu fiquei com aquela coisa na cabeça: “por que eu não fiz isso antes?” Claro que têm aquelas peças que são as favoritas do momento e que acabam se tornando segunda pele, e você simplesmente não consegue largar, e também aquelas peças do momento que você fica louco pra adquirir, mas também se permita olhar para suas outras peças, lembre do que você sentiu ao compra-las. Se ao vê-las você não sente nada, nenhum estimulo, o melhor mesmo é si livrar delas e ficar apenas com aquilo que você realmente ama no seu armário. Então não fique pensando naquilo que você não tem para compor determinado look, mas sim em um substituto possível que já existe no seu armário.

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Os benefícios de comprar no seu armário são inúmeros; você economiza para aqueles projetos mais caros, tais como: comprar um carro, uma casa, fazer aquela viagem que você tanto quer; você começa a perceber que esse consumo desenfreado não faz bem, e acaba se libertando um pouco dessa vontade louca de comprar, dessa forma suas próximas compras tendem a ser bem mais conscientes.

Não vou mentir pra vocês e dizer que fiquei esse ultima mês sem comprar nada, pois estaria mentindo, mas a quantidade de coisas diminuiu drasticamente, e hoje ao invés de ir com aquele impulso louco para comprar eu penso em cada uma das peças de roupas que tenho e se eu realmente estou precisando daquele item. Tem funcionado de maneira interessante, só esse mês deixei de levar três peças fazendo esse “exame de consciência”. E dessa forma vou me educando a não comprar por impulso.

Espero que vocês tenham gostado e que de alguma forma este post seja útil. E que tal começarmos a praticar essa compra pessoal dentro do nosso próprio armário? No final podemos nos surpreender com o que temos.

Imagens do post: 1/2

Forte abraço,

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1 Comment

  • Reply
    Juliana Borges
    1 de julho de 2016 at 11:22 am

    Nunca fui o tipo de pessoa que precisa comprar roupas e acessórios novos todos os meses, massss eu nunca olhei com muito carinho pro meu armário. Comecei a gostar mais das minhas roupas recentemente, depois de eliminar algumas peças que eu só mantinha porque gostei durante um tempo. Acho que “comprar no próprio armário” é uma ótima oportunidade não apenas para quem está querendo economizar, mas também para quem quer aprender a se amar mais.

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